quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Harry pediu para que parassem de tratá-lo por príncipe

Aconteceu numa conferência em Edimburgo, na Escócia, esta quarta-feira.

Harry marcou presença no Centro de Congressos de Edimburgo, na Escócia, para a conferência Travalyst e aproveitou a ocasião para fazer um pedido inesperado. 

Segundo o The Guardian, o filho mais novo da princesa Diana e do príncipe Carlos pediu para deixar de ser tratado por príncipe.

Esta exigência foi de imediato cumprida por Ayesha Hazarika, afitriã da conferência, que ao chamar o duque ao palco referiu-se a ele apenas por Harry. 

vale referir que o evento colocou em debate temas relacionados com viagens e sustentabilidade.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Duques de Cambridge não irão estar presente em evento importante para Harry

Tudo indica que o príncipe vai contar apenas com o apoio da mulher.

Meghan Markle estará "no centro das atenções" nos Jogos Invictus, ao lado de Harry, mas tudo indica que Kate Middleton e o príncipe Harry não estarão presentes.

A competição desportiva beneficente para soldados feridos ou doentes - criada por Harry em 2014 - vai decorrer no mês de maio, em Haia.

Um evento importante para o duque de Sussex, que vai contar com o total apoio de Meghan, pois sabe como este momento é importante para o marido. 

"O Harry e a Meghan vão estar no centro das atenções nos Jogos. A Meghan sabe o quanto é importante para Harry estar ao seu lado", destacou uma fonte ao The Sun, que falou ainda da esperada ausência de William e Kate. 

"Não se esperava que William comparecesse ao evento mesmo antes da decisão de Harr e Meghan de se afastarem da realeza ter sido divulgada. Portanto, é pouco provável que ele e a Kate não participem no evento de qualquer forma. Toda a família real continua solidária e está muito orgulhosa do trabalho de Harry nos Jogos Invictus, e considera o evento maravilhoso", concluiu.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Meghan Markle e Harry irão estar pela 1ª vez com a realeza em público

Tudo indica que os duques de Sussex vão estar com a família real no próximo mês.

Antes de saírem da família real, momento marcado para o dia 31 de março, Meghan Markle e o príncipe Harry vão ter de cumprir alguns eventos oficiais dos quais não podem ficar de fora.

Depois de toda a polémica do caso 'Megxit' de acordo com o Mirror, os duques de Sussex irão encontrar-se pela primeira vez em público com a rainha Isabel II, Kate Middleton e o príncipe William no próximo dia 9 de março. Isto porque trata-se de um dos eventos mais importantes da realeza, as comemorações do Dia da Commonwealth, na Abadia de Westminster.

Esta será uma das várias visitas que o casal real irá fazer antes de começar a nova vida no Canadá, longe da família real, a partir do dia 1 de abril. 

Sabe-se ainda que Harry irá juntar-se a Jon Bon Jovi para regravara música 'Unbroken', com o corpo Invictus Games, no dia 28 de feveriro. Uma iniciativa em que os lucros do tema serão doados à Invictus Games Foundation. No dia 5 de março, Megha vai juntar-se com o marido para participar no Endeavor Fund Awards. No dia seguinte, Harry irá encontrar-se com Lewis Hamilton na abertura oficial do Silverstone Experience.

Residência de Pogo, o palhaço assassino que enterrou 29 vítimas, está à venda

A propriedade pertencente a John Wayne Gacy, que matou pelo menos 33 jovens na década de 1970 em Illinois, está à venda. A casa original foi demolida após os oficiais desenterrarem os cadáveres em decomposição, e a residência construída no mesmo local está no mercado por 459 mil dólares.

Nem todos os 33 corpos foram enterrados pelo palhaço assassino - alguns deles foram atirados num rio próximo. Quando Gacy não estava a trabalhar na construção civil ou a atuar como o palhaço Pogo em festas infantis, ele violava e matava jovens. Confessando os seus crimes, Gacy foi condenado à morte em 1980.


Segundo a lei estadual de Prello Realty, Illinois, os corretores não precisam de identificar o passado da propriedade que estão a vender. E, no site responsável pela venda, a descrição garante que "Esta é uma casa imperdível!".

Embora a polícia tenha recuperado todos os corpos da residência na década de 1970, a investigação sobre todos os crimes e a identificação facial dos jovens continua até hoje.
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

O caso JonBenét, sem solução há 24 anos

Na década de 1990, o nome da família Ramsey era muito divulgado nos Estados Unidos graças a fama de JonBenét, uma menina de 6 anos. E, para os conhecidos da família, eles não passavam de uns americanos normais, ricos e com uma boa vida.

JonBenét era uma menina linda, com um rosto delicado e uma infância próspera. Graças à mãe, ela participava em concursos de beleza infantis, e era conhecida nacionalmente por isso. Conquistava troféus e cativava os jurados. 

Tudo seguia a mais perfeita harmonia, até que, um dia, a menina desapareceu. Foi pelo início da manhã do dia 26 de dezembro de 1996 que os pais da menina perceberam o seu desaparecimento e procuraram-na pela casa.

Ao invés da filha, John e Patsy Ramsey encontraram uma nota de resgate. Escrita à mão, o recado enorme dizia que a polícia não poderia ser chamada e exigia 118 mil dólares. Ignorando o pedidos dos raptadores, os pais da menina ligaram para oficiais e familiares.


Em menos de cinco minutos, dois polícias apareceram na casa da família Ramsey. A casa não apresentava sinais de arrombamento e tudo parecia estar no lugar. A surpresa, no entanto, veio quando os oficiais entraram na residência em Boulder, Colorado. 

Toda a família de JonBenét estava na casa, ocupando os sofás e acalmando os pais da menina. O problema, todavia, era que aquela quantidade de gente estava a comprometer as possíveis cenas do crime.

A casa foi investigada, os polícias isolaram o quarto da menina e entrevistaram os pais e o irmão de JonBenét, Burke, de 9 anos. No seu testemunho inicial, John disse ter estranhado o valor exigido no resgate: era o mesmo que ele tinha recebido no bónus de Natal do ano anterior. 

Assim, a polícia traçou a primeira suspeita: alguém próximo da família tinha raptado a menina. Nesse momento, os próprios pais de JonBenét eram suspeitos. A figura mudou quando, oito horas depois do seu desaparecimento, a criança foi encontrada.


Desesperado para encontrar a sua filha, John investigou a casa mais uma vez e abriu uma das portas do porão da casa. Assim que entrou no cómodo, encontrou JonBenét no chão, desacordada, com uma fita na boca, pulsos amarrados e coberta por um cobertor branco. 

Ele notou um fio de nylon em volta do pescoço da filha e pegou-a nos braços, contaminando a cena do crime mais uma vez. Ainda na casa, a polícia atestou o pior: a miss de apenas 6 anos estava morta. Assim, levaram o corpo para mais investigações.

Segundo o laudo da autópsia, JonBenét foi morta por estrangulamento e fratura no crânio. Não restavam dúvidas: era um caso de homicídio. Inicialmente, todos os membros da família forneceram amostras de caligrafia, sangue e cabelo à polícia, dispostos a ajudar. 

Exames foram feitos no local onde a menina foi encontrada, no cobertor usado para cobri-la e com amostras retiradas do próprio corpo de JonBenét. Foi a partir desse momento que os pais deixaram de ser suspeitos, já que o seu ADN não batia com nenhum dos encontrados.


Por mais que existissem evidências de uma violação no corpo da criança, a teoria não foi descartada, já que foram encontrados indícios de uma lesão vaginal. Ainda assim, nenhum sémen foi encontrado na cena do crime. 

Naquela época, diversos erros cometidos na investigação incial impediram uma resolução do crime. Desde a contaminação das provas e das cenas do crime, até as entrevistas com os familiares, as atitudes dos investigadores inviabilizaram qualquer conclusão certeira.

Diversas teorias acerca da culpa dos pais da menina foram erguidas. Muitos acreditavam que o pai de JonBenét violavam-na e, ao descobrir, a mãe ficou furiosa e matou a criança por ciúmes. Outros acreditavam que o culpado era o irmão. 

Uma das teorias mais sustentadas por entusiastas do caso dizia que Burke morria de ciúmes da fama e da beleza da irmã. Assim, ele teria cometido o assassinato e, para proteger o filho, John e Patsy inventaram toda a história da carta de resgate e do desaparecimento.


Todas as teorias contra a família, no entanto, foram descartadas após as investigações e pela falta de provas circunstanciais. Mesmo assim, ainda existia a teoria de que um invasor teria matado JonBenét e escondido o seu corpo no porão. 

Ainda que a casa não apresentasse sinais de arrombamento, um detetive ergueu a teoria de que a menina teria sido atacada por um intruso. Segundo ele, duas janelas da residência foram deixadas abertas na noite do crime, uma janela do porão estava partida e uma porta estava destrancada.

Entretanto, outros investigadores não acreditaram na narrativa, já que indícios mostravam que, de facto, ninguém entrou na casa. Na janela partida, por exemplo, teias de aranha estavam intactas, indicando que ninguém passava por ali há anos. 

Anos após o crime, que seguia sem qualquer solução, um professor de 41 anos confessou ter matado a menina. John Mark Karr tinha sido preso em Bagkok no dia 15 de agosto de 2006. No seu julgamento, ele alegou ter drogado, abusado e matado JonBenét.

A sua inocência, pelo menos nesse caso, foi constatada graças aos exames feitos na criança no dia do crime. Nenhuma substância, além de comida, foi encontrada no organismo da menina, invalidando a teoria de contaminação por drogas.

Além disso, as autoridades afirmaram que nenhuma outra prova que poderia ligar o professor ao caso foi encontrada. Sendo assim, ele foi inocentado e a sua confissão foi considerada falsa.

Em julho de 2008, 12 anos depois do crime, a promotora Mary Lacy afirmou que os pais de JonBenét não poderiam ser culpados pelo assassinato, já que as amostras de ADN coletadas nas roupas e unhas da menina pertenciam a um desconhecido. 

A partir das amostras, um perfil foi traçado. O assassino de JonBenét provavelmente era um homem de origem hispânica. Traço esse que não batia com qualquer suspeito que surgiu durante as investigações do caso, por mais que muitos tenham sido investigados.

O caso de JonBenét permanece sem solução até hoje e ergue muitas discussões sobre sexualização nos concursos de beleza infantis. A infância da menina, que estava repleta de competições, fama, cursos de etiqueta e responsabilidades, no entanto, foi perdida.
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Meghan Markle tem "inveja" de Kate Middleton, diz irmã da duquesa

Samantha Markle voltou a atacar a mulher do príncipe Harry.

A irmã de Meghan Markle afirmou que a duquesa tem inveja da cunhada, Kate Middleton. Samantha Markle - que é filha do mesmo pai de Meghan, Thomas Markle - voltou a criticar a irmã referindo que esta, deliberadamente, afastou o príncipe da família real britânica. 

Aliás, na perspetiva de Samantha, o anúncio do afastamento dos duques de Sussex foi feito propositadamente no aniversário de Kate, de forma a "arruinar-lhe o seu dia especial".

Tais declarações foram feitas ao Daily Star: "Acredito que ela tem inveja da beleza de Kate. Nunca se poderia comparar. A Kate é icónica. Perfeita para rainha e amada enquanto membro da realeza e mãe", sublinhou.

Recorda-te que este 'ataque' não foi único. Assim que entrou para a família real britânica, Samantha fez inúmeras críticas a Meghan Markle por esta sempre ter ignorado a família, sobretudo o pai.

Microsoft junta Word, Excel e PowerPoint numa única app para Android

A empresa de Redmond já tinha uma aplicação única para os utilizadores Office Insider. Agora, está disponível na Play Store a app que junta três ferramentas de produtividade.

A Microsoft anunciou que a aplicação que junta Word, Excel e PowerPoint num só ambiente já está disponível publicamente na PlayStore da Google. Até agora a empresa esteve a fazer testes com um grupo restrito de utilizadores Office Insiders.

A nova aplicação do Office vai permitir tomar notas que depois são sincronizadas com as Sticky Notes do Windows 10, digitalizar texto de imagens e folhas e cálculo, ler e assinar PDFs, tranferir ficherios para o computador e para dispositivos próximos, além de permitir trabalhar com apresentações, documentos de texto e folhas de cálculo da forma habitual, noticia o The Next Web.

Ainda não se sabe se o plano da Microsoft é retirar as aplicações independentes de Word, Excel e PowerPoint para Android. Também não se conhece os planos de Redmond para lançar uma app unificada para o ecossistema da Apple.
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